Curso de Comandos
“O Curso de Comandos destina-se a habilitar Oficiais, Sargentos e Praças com os conhecimentos e competências necessárias para atuar, designadamente como Comandante e Elemento integrante de uma Unidade de Comandos, no Escalão Grupo de Combate e Equipa de Comandos, em condições de elevada exigência e sacrifício onde se exige uma superior preparação técnica e tática, bem como elevados padrões de desempenho psicofísicos aos níveis individual e coletivo, no cumprimento das tarefas normalmente cometidas a estes escalões.”
Da vontade nasce a força
Só o trabalho extremo, a disciplina absoluta e a vontade inquebrável constroem militares capazes de enfrentar qualquer desafio.
Após 17 semanas e quatro fases de exigência máxima, 4 Sargentos e 22 Praças concluíram o 144.º Curso de Comandos. Recordamos alguns dos momentos mais marcantes deste percurso que molda, testa e distingue aqueles que nunca cederam.
A Sorte Protege os Audazes.
Desde sempre a honrar Portugal!
Primeira Semana do Curso de Comandos
O 145.º Curso de Comandos arrancou com intensidade total: o início de 17 semanas de exigência, onde a determinação, a força e a vontade de vencer são postas à prova.
O ritmo é duro, o ambiente é implacável e cada passo marca o começo de uma transformação que poucos conseguem suportar.
Aqui começa a jornada dos que recusam desistir.
Desde sempre a honrar Portugal!
Fase Preparatória concluída.
Começa a verdadeira seleção.
Terminou a Fase Preparatória do 145.º Curso de Comandos. Três semanas intensas, marcadas pela aquisição e uniformização de conhecimentos essenciais, criando a base para enfrentar as próximas exigências do curso.
Segue-se a Fase Individual. O momento em que cada instruendo é colocado à prova, onde a resistência, a determinação e a capacidade de superação são levadas ao limite.
Aqui, o limite não trava. Define o ponto de partida.
Cada passo conta.
Cada esforço aproxima.
A boina vermelha não se entrega.
Conquista-se.
Desde sempre a honrar Portugal!
𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐦𝐚𝐧𝐝𝐨𝐬 – 𝐅𝐚𝐬𝐞 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐯𝐢𝐝𝐮𝐚𝐥 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐥𝐮í𝐝𝐚
Chegou ao fim a fase individual do 𝟭𝟰𝟱.º 𝗖𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗖𝗼𝗺𝗮𝗻𝗱𝗼𝘀.
Foram três semanas de silêncio, esforço e superação, onde cada homem foi confrontado com os seus limites, físico e mentalmente.
O cansaço apertou e a dúvida surgiu, mas a vontade de vencer falou sempre mais alto. Ultrapassado o desafio individual, os formandos preparam-se agora para uma nova e decisiva etapa: a fase de equipas.
Nesta próxima fase, o foco será o desenvolvimento da liderança, da coesão e da robustez necessárias para comandar uma Equipa de Comandos, independentemente do cenário.
Boa sorte e sucesso aos que continuam esta jornada onde apenas os mais fortes permanecem.
Desde sempre a honrar Portugal!
Fase Equipa
145.º Curso de Comandos: quando o “eu” deixa de existir!
No Regimento de Comandos, iniciou-se a Fase de Equipas do 145.º Curso de Comandos, etapa em que a exigência individual dá lugar à força coletiva e onde cada militar passa a valer pela capacidade de integrar, apoiar e superar em conjunto.
A partir daqui, o peso reparte-se, o esforço multiplica-se e cada obstáculo torna-se uma prova à coesão. Nenhum homem avança sozinho. Cada passo exige confiança, disciplina e compromisso absoluto com a equipa.
Nesta fase, a resistência física conta. Mas é a união sob pressão que distingue os que seguem em frente.
Porque ser Comando não se alcança sozinho. Conquista-se lado a lado.
Desde sempre a honrar Portugal!
Quando a pressão aumenta, a Equipa define o resultado
Chegou ao fim a fase individual do 𝟭𝟰𝟱.º 𝗖𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗖𝗼𝗺𝗮𝗻𝗱𝗼𝘀.
Foram três semanas de silêncio, esforço e superação, onde cada homem foi confrontado com os seus limites, físico e mentalmente.
O cansaço apertou e a dúvida surgiu, mas a vontade de vencer falou sempre mais alto. Ultrapassado o desafio individual, os formandos preparam-se agora para uma nova e decisiva etapa: a fase de equipas.
Nesta próxima fase, o foco será o desenvolvimento da liderança, da coesão e da robustez necessárias para comandar uma Equipa de Comandos, independentemente do cenário.
Boa sorte e sucesso aos que continuam esta jornada onde apenas os mais fortes permanecem.
Desde sempre a honrar Portugal!
O Curso de Comandos, cuja dureza e exigência não tem paralelo nas nossas Forças Armadas. Forjado nas selvas de África, no longínquo ano de 1962, o Curso de Comandos tem vindo a ser constantemente atualizado, com base nas experiências recolhidas através da participação em operações de combate, nos mais variados Teatros de Operações, constituindo-se num curso taticamente avançado e com um elevado potencial técnico, incorporando um vasto conjunto de conteúdos que permitem fazer face às mais rigorosas exigências dos ambientes operacionais, que caracterizam o atual quadro de conflitualidade.
Durante os próximos meses, o caminho a trilhar, asseguro-vos que não será nada fácil, como nunca o são os grandes desafios. Tereis de superar o que muitos tentaram e poucos conseguiram, pois, como ireis verificar, só é Comando quem possui qualidades para tal.
Ao longo do vosso curso, muitas serão as dificuldades e os desafios que vos serão colocados, mas nada vos será pedido, que não tenha já sido executado por todos os que, antes de vós, ganharam o direito a ostentar as Insígnias Comandos.
Para terem sucesso e alcançarem os vossos objetivos, é essencial o vosso vincado compromisso, a vossa total disponibilidade física e anímica e, fundamentalmente, a vossa profunda determinação, resiliência e perseverança. Tereis, pois, de demonstrar que sois homens que levam as suas tarefas até ao final, independentemente das dificuldades a que se tenham de se sujeitar, homens que mantêm a sua determinação perante as mais variadas adversidades, homens que fazem “… do perigo o seu pão, do sofrimento seu irmão e da morte sua companheira”.
A Fase Individual, que ides iniciar, visa dotar os militares com os conhecimentos necessários à execução de tarefas individuais avançadas em condições de elevada exigência e sacrifício com elevados padrões de desempenho psicofísicos.
Nesta fase ides ser avaliados em diversos momentos, com enfoque na execução de tarefas individuais em situação de elevado desgaste psicofísico.
A Fase de Equipa que se irá iniciar, visa dotar os instruendos com os conhecimentos necessários à execução de tarefas coletivas avançadas no comando e enquanto Elemento da Equipa de Comandos, em condições de grande exigência e sacrifício com elevados padrões de desempenho psicofísicos.
No final desta fase os instruendos estarão aptos a:
Executar um deslocamento de 20 km com armamento e equipamento;
Executar fogo e movimento integrado numa equipa de comandos;
Utilizar explosivos para neutralizar equipamentos e infraestruturas;
Executar técnicas de montanhismo e transposição de obstáculos, integrado numa equipa de comandos;
Operar integrado numa equipa de comandos em quaisquer condições atmosféricas e de visibilidade.
Executar tarefas colectivas avançadas, integrado numa equipa de comandos, em condições de grande exigência e sacrifício, com elevados padrões de desempenho psicofísicos, tais como tarefas de reconhecimento e eliminação de sentinelas.
A Fase de Grupo, onde, a par do desenvolvimento da vossa proficiência como Comandos, ireis ficar habilitados com os conhecimentos necessários para integrarem e comandarem um Grupo de Comandos, a unidade tática normalmente utilizada para a execução das missões tipicamente Comando, habitualmente designada por Grupo de Combate.
A Fase de Grupo que se inicia visa dotar os formandos com os conhecimentos necessários à execução de tarefas coletivas avançadas integrado num Grupo de Comandos.
No final desta fase os Formandos serão capazes de:
Executar um deslocamento de 42km com armamento e equipamento;
Executar tiro com armas de apoio e armas anti carro;
Executar tarefas colectivas avançadas e nquanto integrado num grupo de comandos em condições de elevada exigência e sacrifício com elevados padrões de desempenho psicofísicos.
Executar acções de combate de elevada complexidade com curto espaço de planeamento
A condição de “VOLUNTÁRIO” continua hoje a ser exigida, na Formação de Tropas “COMANDOS”.
Assim, é perguntado individualmente a cada Militar: “Queres ser Comando?”. Só após a afirmação pública da voluntariedade, lhe são entregues as Insígnias que o identificam como pertencendo a esta Egrégia Especialidade, assumindo, simultaneamente, o compromisso de cumprir os ditames preconizados no CÓDIGO COMANDO.
